ESPAÇOS NÃO FORMAIS DE APRENDIZAGEM: GUIAS E ROTEIROS DE CAMPO PARA O ENSINO DE BOTÂNICA
Nome: GEOVANE DA SILVA PAIXÃO
Data de publicação: 19/03/2025
Banca:
| Nome |
Papel |
|---|---|
| DIEGO NATHAN DO NASCIMENTO SOUZA | Examinador Externo |
| ELISA MITSUKO AOYAMA | Presidente |
| RENATO DE ALMEIDA | Examinador Externo |
Resumo: O ensino por investigação em ambientes não formais de aprendizagem configura-se como uma metodologia ativa, com abordagem pedagógica que estimula o pensamento crítico, a curiosidade e a participação ativa dos estudantes em seu processo de aprendizagem. Nessa abordagem, o aprendizado é orientado pela exploração, descoberta e experimentação, o que permite aos alunos assumirem o protagonismo na construção de seus conhecimentos. Este estudo tem por objetivo de desenvolver, aplicar e avaliar um guia didático com uma sequência de ensino sobre a diversidade de plantas. A pesquisa foi conduzida com 28 alunos do 3º ano do Ensino Médio regular da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio de Mucurici (EEEFM), localizada no Espírito Santo. O guia didático foi elaborado a partir de princípios da aprendizagem investigativa, com o intuito de aproximar os estudantes da realidade vegetal presente em seu território. Sua organização contemplou seis etapas: (1) pré-teste, (2) aula de campo, (3) aplicação de roteiro pós-campo, (4) produção de exsicatas, (5) produção e apresentação de banners científicos e (6) pós-teste. Cada etapa foi pensada para favorecer o desenvolvimento da autonomia, da capacidade de observação e do pensamento científico. O material incluiu orientações claras para o professor, instrumentos de registro para os alunos e sugestões de atividades práticas baseadas na coleta e análise de espécies vegetais. A utilização do guia durante a aula de campo demonstrou ser uma ferramenta eficaz para orientar os estudantes na observação e no registro das espécies vegetais. Os resultados da pesquisa evidenciaram que a estratégia adotada contribuiu significativamente para o desenvolvimento de competências investigativas, incentivando a curiosidade e o protagonismo dos alunos, além de favorecer a compreensão dos conteúdos de botânica de forma contextualizada e prática.
